Transformamos o vidigal em um palco.

É preciso ter fôlego para fazer mais de 6 mil pessoas subirem o Vidigal para sambar.

E só a Antarctica, que conhece o Rio como ninguém, poderia fazer um festival que juntasse todo mundo em nome do samba. Foram mais de 14 horas de música nos 4 cantos do morro, Campinho, Mirante do Arvrão, Terraço da China e Oficina do Jô, com shows de rua, apresentação da escola de samba Acadêmicos do Vidigal e do grupo Meninas do Sol, do Nós do morro.

E a festa aconteceu para todos. A comunidade teve entrada gratuita em uma delas e participou de tudo, desde a mão de obra usada na decoração, na logística, nas vendas e na limpeza até nas vans e mototáxis que subiam o morro. Além disso, 100% do lucro das vendas da nova garrafa de alumínio de Antarctica foi revertido para os projetos sociais da comunidade.

Com tudo isso, só temos que concordar com o sambista que dizia: “O samba é mesmo a voz do morro”.